quarta-feira, 28 de agosto de 2013

MARCELO,MARMELO, MARTELO






MARCELO VIVIA FAZENDO PERGUNTAS A TODO MUNDO: — PAPAI, POR QUE É QUE A CHUVA CAI? — MAMÃE, POR QUE É QUE O MAR NÃO DERRAMA? — VOVÓ, POR QUE É QUE O CACHORRO TEM QUATRO PERNAS? AS PESSOAS GRANDES ÀS VEZES RESPONDIAM. ÀS VEZES, NÃO SABIAM COMO RESPONDER. — AH, MARCELO, SEI LÁ...
UMA VEZ, MARCELO CISMOU COM O NOME DAS COISAS: — MAMÃE, POR QUE É QUE EU ME CHAMO MARCELO? — ORA, MARCELO FOI O NOME QUE EU E SEU PAI ESCOLHEMOS. — E POR QUE É QUE NÃO ESCOLHERAM MARTELO? — AH, MEU FILHO, MARTELO NÃO É NOME DE GENTE! É NOME DE FERRAMENTA... — POR QUE É QUE NÃO ESCOLHERAM MARMELO? — PORQUE MARMELO É NOME DE FRUTA, MENINO! — E A FRUTA NÃO PODIA CHAMAR MARCELO, E EU CHAMAR MARMELO?
 NO DIA SEGUINTE, LÁ VINHA ELE OUTRA VEZ: — PAPAI, POR QUE É QUE MESA CHAMA MESA? — AH, MARCELO, VEM DO LATIM. — PUXA, PAPAI, DO LATIM? E LATIM É LÍNGUA DE CACHORRO? — NÃO, MARCELO, LATIM É UMA LÍNGUA MUITO ANTIGA. — E POR QUE É QUE ESSE TAL DE LATIM NÃO BOTOU NA MESA NOME DE CADEIRA, NA CADEIRA NOME DE PAREDE, E NA PAREDE NOME DE BACALHAU? — AI, MEU DEUS, ESTE MENINO ME DEIXA LOUCO!
 DAÍ A ALGUNS DIAS, MARCELO ESTAVA JOGANDO FUTEBOL COM O PAI: — SABE, PAPAI, EU ACHO QUE O TAL DE LATIM BOTOU NOME ERRADO NAS COISAS. POR EXEMPLO: POR QUE É QUE BOLA CHAMA BOLA?
 — NÃO SEI, MARCELO, ACHO QUE BOLA LEMBRA UMA COISA REDONDA, NÃO LEMBRA? — LEMBRA, SIM, MAS... E BOLO? — BOLO TAMBÉM É REDONDO, NÃO É? — AH, ESSA NÃO! MAMÃE VIVE FAZENDO BOLO QUADRADO... O PAI DE MARCELO FICOU ATRAPALHADO.
 E MARCELO CONTINUOU PENSANDO: "POIS É, ESTÁ TUDO ERRADO! BOLA É BOLA, PORQUE É REDONDA. MAS BOLO NEM SEMPRE É REDONDO. E POR QUE SERÁ QUE A BOLA NÃO É A MULHER DO BOLO? E BULE? E BELO? E BALA? EU ACHO QUE AS COISAS DEVIAM TER NOME MAIS APROPRIADO. CADEIRA, POR EXEMPLO. DEVIA CHAMAR SENTADOR, NÃO CADEIRA, QUE NÃO QUER DIZER NADA. E TRAVESSEIRO? DEVIA CHAMAR CABECEIRO, LÓGICO! TAMBÉM, AGORA, EU SÓ VOU FALAR ASSIM".
 LOGO DE MANHÃ, MARCELO COMEÇOU A FALAR SUA NOVA LÍNGUA: — MAMÃE, QUER ME PASSAR O MEXEDOR? — MEXEDOR? QUE É ISSO? — MEXEDORZINHO, DE MEXER CAFÉ. — AH... COLHERINHA, VOCÊ QUER DIZER. — PAPAI, ME DÁ O SUCO DE VACA? — QUE É ISSO, MENINO! — SUCO DE VACA, ORA! QUE ESTÁ NO SUCO-DA-VAQUEIRA. — ISSO É LEITE, MARCELO. QUEM É QUE ENTENDE ESTE MENINO?
 O PAI DE MARCELO RESOLVEU CONVERSAR COM ELE: — MARCELO, TODAS AS COISAS TÊM UM NOME. E TODO MUNDO TEM QUE CHAMAR PELO MESMO NOME PORQUE, SENÃO, NINGUÉM SE ENTENDE... — NÃO ACHO, PAPAI. POR QUE É QUE EU NÃO POSSO INVENTAR O NOME DAS COISAS? — DEIXE DE DIZER BOBAGENS, MENINO! QUE COISA MAIS FEIA! — ESTÁ VENDO COMO VOCÊ ENTENDEU, PAPAI? COMO É QUE VOCÊ SABE QUE EU DISSE UM NOME FEIO? O PAI DE MARCELO SUSPIROU: — VÁ BRINCAR, FILHO, TENHO MUITO QUE FAZER...
 MAS MARCELO CONTINUAVA NÃO ENTENDENDO A HISTÓRIA DOS NOMES. E RESOLVEU CONTINUAR A FALAR, À SUA MODA. CHEGAVA EM CASA E DIZIA: — BOM SOLÁRIO PRA TODOS... O PAI E A MÃE DE MARCELO SE OLHAVAM E NÃO DIZIAM NADA. E MARCELO CONTINUAVA INVENTANDO: — SABEM O QUE EU VI NA RUA? UM PUXADEIRO PUXANDO UMA CARREGADEIRA. DEPOIS, O PUXADEIRO FUGIU E O POSSUIDOR FICOU DANADO.
 A MÃE DE MARCELO JÁ ESTAVA FICANDO PREOCUPADA. CONVERSOU COM O PAI: — SABE, JOÃO, EU ESTOU MUITO PREOCUPADA COM O MARCELO, COM ESSA MANIA DE INVENTAR NOMES PARA AS COISAS... VOCÊ JÁ PENSOU, QUANDO COMEÇAREM AS AULAS? ESSE MENINO VAI DAR TRABALHO... — QUE NADA, LAURA! ISSO É UMA FASE QUE PASSA. COISA DE CRIAN- ÇA...
 MAS ESTAVA CUSTANDO A PASSAR... QUANDO VINHAM VISITAS, ERA UM CASO SÉRIO. MARCELO SÓ CUMPRIMENTAVA DIZENDO: — BOM SOLÁRIO, BOM LUNÁRIO... — QUE ERA COMO ELE CHAMAVA O DIA E A NOITE. E OS PAIS DE MARCELO MORRIAM DE VERGONHA DAS VISITAS.
 ATÉ QUE UM DIA... O CACHORRO DO MARCELO, O GODOFREDO, TINHA UMA LINDA CASINHA DE MADEIRA QUE SEU JOÃO TINHA FEITO PARA ELE. E MARCELO SÓ CHAMAVA A CASINHA DE MORADEIRA, E O CACHORRO DE LATILDO. E ACONTECEU QUE A CASA DO GODOFREDO PEGOU FOGO. ALGUÉM JOGOU UMA PONTA DE CIGARRO PELA GRADE, E FOI AQUELE DESASTRE!
 MARCELO ENTROU EM CASA CORRENDO: — PAPAI, PAPAI, EMBRASOU A MORADEIRA DO LATILDO! — O QUÊ, MENINO? NÃO ESTOU ENTENDENDO NADA! — A MORADEIRA, PAPAI, EMBRASOU... — EU NÃO SEI O QUE É ISSO, MARCELO. FALA DIREITO! — EMBRASOU TUDO, PAPAI, ESTÁ UMA BRANQUEIRA DANADA! SEU JOÃO PERCEBIA A AFLIÇÃO DO FILHO, MAS NÃO ENTENDIA NADA...
 QUANDO SEU JOÃO CHEGOU A ENTENDER DO QUE MARCELO ESTAVA FALANDO, JÁ ERA TARDE. A CASINHA ESTAVA TODA QUEIMADA. ERA UM MONTÃO DE BRASAS. O GODOFREDO GANIA BAIXINHO... E MARCELO, DESAPONTADÍSSIMO, DISSE PARA O PAI: — GENTE GRANDE NÃO ENTENDE NADA DE NADA, MESMO!
 ENTÃO A MÃE DO MARCELO OLHOU PRO PAI DO MARCELO. E O PAI DO MARCELO OLHOU PRA MÃE DO MARCELO. E O PAI DO MARCELO FALOU: — NÃO FIQUE TRISTE, MEU FILHO. A GENTE FAZ UMA MORADEIRA NOVA PRO LATILDO. E A MÃE DO MARCELO DISSE: — É SIM! TODA BRANQUINHA, COM A ENTRADEIRA NA FRENTE E UM COBRIDOR BEM VERMELHINHO...

 E AGORA, NAQUELA FAMÍLIA, TODO MUNDO SE ENTENDE MUITO BEM. O PAI E A MÃE DO MARCELO NÃO APRENDERAM A FALAR COMO ELE, MAS FAZEM FORÇA PRA ENTENDER O QUE ELE FALA. E NEM ESTÃO SE INCOMODANDO COM O QUE AS VISITAS PENSAM...

SEGREDO






 Segredo
Você sabe o que é um segredo?
É uma coisa que ninguém sabe. Só o dono do segredo!
É assim como uma casa perdida num bosque enorme.
É a última brasa dentro de um vulcão que dorme.
Sabe, eu tenho um segredo,guardado como um diamante,dentro de uma concha,
... que está numa mala, que está dentro de um baú,
...dentro de um navio pirata,
Que está dentro de uma baleia deitada na areia do fundo do mar.
Vou te contar um segredo escondido.
FECHA OS OLHOS E ABRA OS OUVIDOS
“Não diz a ninguém oque eu vou dizer:”
PSIU!!!!!
É que eu estou apaixonado...
Por você!!!

A festa do folclore





No mundo das lendas e dos mitos do Brasil havia um grande alvoroço. Estava chegando o dia de festejar o Folclore brasileiro. A preparação estava acelerada. A Mula-sem-cabeça, agitada, preparava as bandeirinhas coloridas, o Saci-pererê, que havia prometido ajudar, fazia suas peraltices trançando as crinas dos cavalos das fazendas, o que deixava os fazendeiros furiosos. Quando se lembrou da promessa, correu para ajudar a Mula a enfeitar o terreiro. Com seu cachimbo vermelho, soltando grandes baforadas, ele dizia:

- Cumade Mula-sem-cabeça, eu num sei si vai chegá muita gente pra essa cumemoraçãu. Hoji tá tudo tão isquisito!
A Mula-sem-cabeça, cortando as bandeirinhas, perguntou:

- Pur causa di quê, cumpadi?

- Minina, tu num sabi não? U pessoar dessi país anda inventandu umas festanças qui eu num sabia qui inxistia. Um tar de Dia das Bruxas. Ocê cunhece, aqui nu Brasir, essa tar de Bruxa?

- Nunca ouvi falá di tar sinhora. – respondeu a Mula-sem-cabeça.

Foi neste momento que chegou o Boitatá com seus grandes olhos de fogo e ouviu boa parte da conversa.

- Mi disse u meu amigu lubisome, qui é dama da terra dus gringus. Eli tamem num sabi pruque insinam as crianças a festejá um custume qui nãu  é du povu brasilero.

Estavam nesta conversa animada quando chegou o Curupira. Como ele é o protetor das matas e da caça, trazia a carne para o churrasco que não deve faltar em qualquer festa. Chegou o Lobisomem avisando que antes do sol nascer ele teria de voltar para casa. Uns minutos depois, tocou uma corneta no meio do rio: era a Mãe d’água, a Uiara, que vinha numa canoa enfeitada com muitas flores brancas para participar da festa. O Negrinho do Pastoreio veio lá do Rio Grande do Sul montado num cavalo baio.

E prepararam tudo para a festa do Folclore no dia 22 de agosto. O terreiro estava lindo. O trabalho dos personagens folclóricos ficou perfeito. Faltava a luz para iluminar tudo, pois chegariam muitas crianças. A Mãe d’água deu a ordem:

- Dona Mula-sem-cabeça, acenda as tochas com o seu fogo!

- Sim, rainha das águas. – Ela obedeceu. O terreiro ficou claro como o dia. E começou a chegar a meninada. As crianças foram sentando e, curiosas, perguntavam, umas às outras, como seria o saci, o boitatá, o lobisomem. Elas nunca viram nenhum deles. Os acompanhantes das crianças organizam filas, dividiam-nas por idade e tamanho antes de abrir a cortina do palco. Todo mundo sentado, abriu-se a cortina e o Saci apareceu. As crianças bateram palmas e diziam: - Ele é igualzinho como nos livrinhos de histórias. – Vejam o gorro vermelho e o cachimbo. É tudo igualzinho.
O Saci se curvou para agradecer e disse em voz alta:

- Mininada, vai cumeçá a festa du folclore! Pra iniciá, vem aí a Mãe d’água! – e estendeu o braço apontando para a Uiara, com seu vestido branco e azul, bordado com estrelas brilhantes. Ela cantou, lindamente, a canção de amor que enfeitiça os pescadores, levando-os para o fundo das águas onde ela mora.  Depois foi a vez do Boitatá, grande cobra de fogo.

Ele é o gênio protetor dos campos e carrega consigo o orgulho de ter sido citado pelo padre José de Anchieta, como personagem de mito indígena. Foi aplaudidíssimo.

O Curupira, com seus pés para trás, sentou no chão do palco e narrou as suas aventuras em defesa das matas e dos animais. - Muito bem! Gritavam as crianças. O mesmo fez o Lobisomem com relação a sua história. Era o oitavo filho de mãe que teve sete filhas, por isso ele virava lobisomem nas noites de lua cheia. As crianças ficaram com peninha dele. – Coitadinho! Murmuravam. Depois foi a vez do Negrinho do Pastoreio. A história dele é muito bonita, pois Nossa Senhora o salvou dos maus tratos que ele sofria na fazenda. Os olhos da garotada ficaram cheios de lágrimas de tanta emoção. – Ainda bem que Nossa Senhora cuida das criancinhas! – disse uma delas enxugando os olhos com a manga da blusa.

Conhecida a lenda de todos, imediatamente, o Saci anunciou a segunda parte da festa. Era o momento das cantigas e das danças. E como foi bonito ver as crianças, vestidas com roupas alusivas à data, cantando e dançando, mostrando a riqueza do folclore do Brasil.


(histórias que contava para o meu neto)

A ARCA DE NOÉ









HÁ MILHARES DE ANOS, NUMA TERRA BEM DISTANTE, VIVIA UM HOMEM CHAMADO NOÉ. NOÉ E SUA FAMÍLIA ERAM FELIZES, PORQUE AMAVAM A DEUS.

MAS NEM TUDO NA CIDADE ONDE NOÉ MORAVA ERA BOM. AS PESSOAS BRIGAVAM E FAZIAM MUITAS COISAS MÁS.

UM DIA, DEUS FICOU CANSADO DE VER A TERRA QUE ELE TINHA CRIADO SENDO TÃO MALTRATADA PELOS SEUS MORADORES, E OS HOMENS, OS QUAIS ELE HAVIA FEITO COM TANTO AMOR, SEREM TÃO MAUS. ENTÃO DEUS DECIDIU DESTRUIR A TERRA COM UMA CHUVA BEM FORTE, UM DILÚVIO.

MESMO ESTANDO TRISTE COM OS MORADORES DA TERRA, DEUS SE LEMBROU DE NOÉ, QUE ERA UM BOM HOMEM, E PROMETEU QUE SALVARIA A ELE E À SUA FAMÍLIA. PARA ISSO, ELE ORDENOU: "NOÉ, CONSTRUA UM BARCO BEM GRANDE E ENTRE NELE COM SEUS FILHOS, SUAS FILHAS, SEUS NETOS E OS SEUS PARENTES.
TAMBÉM COLOQUE DENTRO DESTA ARCA UM CASAL DE CADA ANIMAL QUE HÁ SOBRE A TERRA".
E ASSIM NOÉ FEZ. MAS ENQUANTO ELE CONSTRUÍA O GRANDE BARCO, AS PESSOAS RIAM, O CHAMAVAM DE LOUCO. "CHOVER? QUE IDÉIA ABSURDA! NUNCA CHOVEU..." DIZIAM ALGUNS. MAS NOÉ CONTINUAVA ALERTANDO AOS HOMENS SOBRE O QUE IRIA ACONTECER.

E UM DIA, QUANDO A ARCA FICOU PRONTA, NOÉ ENTROU NELA COM SUA FAMÍLIA E OS ANIMAIS. UM ANJO TRAVOU A PORTA DO BARCO DO LADO DE FORA, E ENTÃO COMEÇOU A CHOVER...

FOI UMA CHUVA MUITA FORTE, QUE TRANSBORDOU RIOS, ENCOBRIU CASAS E MONTANHAS. O POVO MAU, DESESPERADO E COM MEDO, PEDIA SOCORRO A NOÉ. MAS ELE NÃO PODIA ABRIR A ARCA. ERA TARDE DEMAIS.
O DILÚVIO DUROU 40 DIAS, E TODOS OS QUE VIVIAM NA TERRA, MORRERAM. MENOS NOÉ, SUA FAMÍLIA E UM CASAL DE CADA ANIMAL, QUE FICARAM POR TODO ESSE TEMPO SEGUROS DENTRO DA ARCA.

QUANDO A CHUVA PAROU E AS ÁGUAS BAIXARAM, ELES SAÍRAM DO BARCO, E NOÉ AGRADECEU A DEUS. DEUS O ABENÇOOU E FEZ UMA ALIANÇA: DISSE QUE NUNCA MAIS A TERRA SERIA DESTRUÍDA POR UM DILÚVIO.
ENTÃO ELE COLOCOU NO CÉU UM LINDO ARCO-ÍRIS, COMO UM SINAL, PARA QUE TODA VEZ QUE OLHARMOS PARA O ARCO COLORIDO ENTRE AS NUVENS, ESTEJAMOS NOS LEMBRANDO DA PROMESSA.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

PROJETO MÚSICA'

PROJETO PARA ANOS INICIAIS

Tema: Música
Título: “Cantar, cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”
Período de duração: 10 dias aproximadamente

Justificativa:
A música é muito importante na vida das crianças, pois as mesmas já nascem em ambientes musicais diversos. Trabalhar música na escola é continuar o universo que a criança já traz consigo. A música, arte de combinar os sons, é uma excelente fonte de trabalho escolar porque, além de ser utilizada como terapia psíquica para o desenvolvimento cognitivo, é uma forma de transmitir idéias e informações. Faz parte da comunicação social. a utilização da música e torna-se relevante porque trabalha conteúdos e conceitos de uma forma lúdica, permitindo a fantasia, momentos esses que as crianças curtem e gostam, fazendo com que a aprendizagem aconteça de uma forma muito mais prazerosa.
Ao realizar esse tipo de trabalho, ajuda a melhorar a sensibilidade dos alunos, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático.A música exerce grande influência, contribui para o pensamento criativo, provoca movimentação despertando prazer em criar soluções originais. Howard (1984, p. 65), destaca que:
“A partir do momento em que a criança entra em contato com a música, começa abranger seus conhecimentos, envolvendo-se com sua sensibilidade e descobrindo o mundo a sua volta, de forma prazerosa. Portanto tem possibilidade de tornar-se um ser crítico e capaz de se comunicar pela diversidade musical. O alfabetizador pode mediar à música no sentido de contribuir para o processo ensino aprendizagem, utilizando seus vários níveis de alcance, desde a socialização, até o gosto musical da criança”.

A utilização da música como um elemento que motiva a aprendizagem é um exemplo de ferramenta que desmistifica a maneira, muitas vezes, estática e monótona do cotidiano escolar e que pode facilitar e enriquecer o processo de ensino e de aprendizagem e construir um amanhã melhor, mais inclusivo e solidário.


- Objetivo geral: Utilizar a música  para promover a integração das crianças, dando-lhes oportunidades de expressar sensações, sentimentos e pensamentos, ampliando assim seu conhecimento de mundo.

Habilidades:



Adequar
Adivinhar
Adotar
Ampliar
Analisar
Associar
Ampliar
Brincar
Comparar
Compreender
Conhecer
Construir
Cooperar
Demonstrar
Desenvolver
Dialogar
Elaborar
Explorar
Expressar
Identificar
Interagir
Interpretar
Localizar
Localizar-se
Mover-se
Observar
Oportunizar
Orientar-se
Ouvir
Participar
Perceber

Pesquisar
Posicionar-se
Praticar
Produzir
Promover
Provocar
Qualificar
Realizar
Reconhecer
Recrear-se
Relacionar
Respeitar
Saber
Situar-se
Trabalhar


Atividade Desencadeadora: Será contado com o auxílio de um mini cenário, o conto “Finfanfum de São João” de Claudio Fragato.


Atividades previstas:
PORTUGUÊS
Hora do conto: “ Os músicos de Bremen” de Ruth Rocha
Conversação
Questionamentos orais
Questionamentos escritos
Compreensão e interpretação
Leitura oral e silenciosa
Produção textual
Adivinhas
Dicionário subjetivo
Carta enigmática
Pesquisa: Minha banda favorita
                 Estilos musicais
                 Nome dos instrumentos musicais
                  Ritmos de ontem e hoje

MATEMÁTICA
Histórias matemáticas
Leitura e escrita dos numerais
Bingo dos músicos
Transformando os números
Jogo das latas
Jogo da memória rápida
STOP
Contrução de gráficos: Minha banda preferida
                                              Instrumento musical preferido

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA
Confecção de cartazes
Desenho com giz molhado
Desenho livre
Construção com sucata
Dobradura
Técnica do desbotado
Técnica do bombril
Pintura com tinta
Desenho coletivo
Pintura com relevo
Música com desenho
EDUCAÇÃO FÍSICA



Alongamento
Aquecimento
Combinando os números
Contra feitiço, feitiço e meio
Corrida dos músicos
A dança da flautinha
Passando o tamborzinho
Corrida da tabuada
  Circuito musical
  Adivinhe a música
            Jogo do abraço
          O instrumento que escolhi
           Adivinhe o instrumento
           Bamboleio
          Ao som de uma música


Cigarrinha quantos passos posso dar?
Chegando em Bremen

ESTUDOS SOCIAIS
Construção de instrumentos
Linha do tempo dos ritmos musicais
Ritmos das regiões
Pesquisas: Minha banda preferida
                       Estilos musicais
                       Nome dos instrumentos musicais
                       Ritmos de ontem e hoje
   Confecção de cartazes:    Minha banda preferida        
Dramatização: Dança da “galera”
Danças folclóricas

CIÊNCIAS

Pesquisas: Formigas lava pés
                      Animais da cidade e do campo
                     Benefícios da música para a saúde
Danças que envolvem o corpo          
Confecção de cartazes
Ficha de identificação dos animais
 Conhecendo o globo terretre
Viajando no planeta terra
Caçando com os olhos




ENSINO RELIGIOSO
Caixa da criação
Momento de agradecimento
Descobrindo notas musicais
Convenção dos músicos
Baú das recordações
Dinâmicas: Jogo do abraço
                     Jogo das notas musicais


Atividade de Culminância: Será  realizada a festa da brilhantina e uma exposição de trabalhos realizados em sala de aula aos alunos das outras turmas.

Avaliação:   Acontecerá durante a execução do projeto. Através da observação e do acompanhamento das atividades, fazendo-se as alterações sempre que necessário.



Observação:

PROJETO PROFISSÕES'

PROJETO PARA ANOS INICIAIS
TEMA: Profissões
TÍTULO:  Quem faz o que?
PERÍODO DE DURAÇÃO: aproximadamente 7 dias
JUSTIFICATIVA:
O tema Profissões busca propor discussões que valorizem os diferentes tipos de trabalho como forma de expressão cultural. Com esses pressupostos a serem estudados a criança passará a conhecer o perfil do profissional no mercado de trabalho atual, as diversidades de profissões e suas contribuições na sociedade, favorecendo a construção da identidade pessoal com novas perspectivas e projetos de vida; relacionando –as com a profissão de seus familiares.
A criança desde muito cedo apresenta grande interesse pela vida do adulto, e  é desse modo que as profissões aparecem com frequência em suas brincadeiras do faz de conta. Enquanto as crianças brincam, elaboram e reelaboram as profissões colocando no lugar dos pais ou do professor. 
Explorar esse tema dentro do ambiente escolar  é muito importante porque possibilita ampliar o conhecimento dos alunos com relação às diversas profissões e também colaborar para que todas desenvolvam atitudes de respeito e cooperação com as pessoas em suas diferentes funções.
Os parâmetros curriculares valorizam o tema transversal a partir desde princípio as crianças valorizam e respeitam às diversas profissões do nosso município. O tema profissões busca propor discutir  entre as crianças  para que essas possam conhecer  as profissões dos próprios pais e dos demais colegas.
 Élder Howard W. Hunter  nos  fornece algumas diretrizes na escolha de uma profissão: “O emprego que escolhemos deve ser honroso e desafiador. Idealmente, devemos procurar um emprego com o qual nos identifiquemos por interesse, capacidade e treinamento. O trabalho [de uma pessoa] deve oferecer mais do que proventos adequados; deve dar à pessoa uma sensação de valor próprio e ser-lhe um prazer para ela—algo que aguarda fazer ansiosamente todos os dias.

OBETIVO GERAL: Oportunizar as crianças a  fazerem descobertas através de histórias, pesquisas, experiências, vivências;  conhecendo a diversidade das profissões , valorizando-as nos diferentes ambientes em que  se apresentam.
HABILIDADES:


Adequar
Adivinhar
Adotar
Ampliar
Compreender
Cooperar
Demonstrar
Desenvolver
Dialogar
Elaborar
Explorar
Expressar
Identificar
Interagir
Interpretar
Localizar
Localizar-se
Mover-se
Observar
Oportunizar
Orientar-se
Ouvir
Participar
Pesquisar
Posicionar-se
Praticar
Produzir
Promover
Provocar
Qualificar
Realizar
Reconhecer
Recrear-se
Relacionar
Respeitar
Trabalhar
Utilizar
Valorizar
Vivenciar




Atividade Desencadeadora: O conto “Marcelo, marmelo, martelo” ,de Ruth Rocha.
Atividades previstas:
PORTUGUÊS
Hora do conto
Conversação
Compreensão e interpretação
Questionamentos orais
Questionamentos escritos
Leitura oral e silenciosa
Produção textual
Adivinhando as profissões
Mural das profissões
Virando  repórter
Construção de painéis: Quando eu crescer,serei...
                                            A profissão do meu pai
                                            Esse é meu nome
                                           Invenções de Marcelo

MATEMÁTICA

Histórias matemáticas de marcelo
Jogo da memória rápida
Construção de gráficos: Profissão do meu pai
                                            Sonho em ser...         
Marcelo e as formas  geométricas
Um dia de feirante
O valor das marteladas
Leitura e escrita de numerais

EDUCAÇÃO FÍSICA


Alongamento
Aquecimento
Bamboleio
Volta à calma
Caça às profissões
Geométricas de Marcelo
Bom solario, bom lunário!
Passando a bola
Corrida da tabuada
Corrida com obstáculos
Corrida do jornal
Terra e mar
Entrando na moradeira do latildo
Jogo do abraço
Desenho coletivo
Passando o bambolê
A saltadeira da panela



CIÊNCIAS
Construção de painéis:Bom solário, Bom lunário!
                                          Por que a chuva cai?
Pesquisas: A importância do leite
                      Formação da chuva
Dramatização: Bom solário, bom lunário!
Experiência: Fazendo iogurte com o suco da vaqueira


Estudos Sociais
Mural das profissões
Virando repórter
Bom solário, bom lunário!
Pesquisas: História do meu nome
                      Formação da chuva
Construção de painéis: Quando eu crescer, serei...
                                      A profissão do meu pai
                                   Por que a chuva cai?
                                   Invenções de Marcelo



ENSINO RELIGIOSO

Regras de convivência
Momento de agradecimento
Pesquisa: História do meu nome
Jogo do abraço
Construção de painéis: Quando eu crescer,serei....
                                       A profissão do meu pai          

                                                                                                               
ATIVIDADE DE CULMINÂNCIA: Será realizado o festival das profissões, onde os alunos terão que vir vestidos com as roupas que seus pais usam para trabalhar.

AVALIAÇÃO:Acontecerá durante a execução do projeto. Através da observação e do acompanhamento das atividades, fazendo-se as alterações sempre que necessário.


OBSERVAÇÃO: